O produtor rural Álido Brum e seu filho também produtor Nairo Brun faleceram no domingo (27), em Campo Grande.
Nairo Brun estava internado na Santa Casa de Campo Grande em decorrência de um câncer que tratava há cercade de dez anos, quando morreu na madrugada de domingo. Seu corpo foi transladado para Paraíso das Águas onde foi velado com o pai.
Nairo deixa a eposa, três filhos: César Augusto Brun, Nairo Júnior Brun e Caio Brun, as noras: Letícia Maria e Maria Luíza, que tinha como filhas e as suas netinhas Maria Heloísa e Ana Cecília.
Muito amiga da família e também triste pela passagem, a secretária de Assistência Social, Habitação e Cidadania, Rozilda Pereira da Silva, lamentou a morte do amigo de longos anos. "Foi um guerreiro implacável" definiu.
O prefeito de Paraíso das Águas, Anizio Andrade, vice-prefeito Roberto Carlos, ex-prefeito Ivan Xixi e a Câmara Municipal por meio do presidente Prof. Leonardo, manifestaram pesar nas suas redes sociais.
Já Álido Brun, morreu horas depois aos 85 anos no Hospital Regional da capital após ter contraído Covid-19 e sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC).
Ele deixa a esposa Elda Brun e as filhas Andrea e Silvana. Os netos Hygor Brun, Itálo Brun Ferrante, Isabella Brun, Lucas Brun Montagna, Junior Brun Montagna, Cesar Augusto Brun, Nairo Junior Brun e Caio Brun. Deixa as bisnetas Maria Heloísa e Ana Cecília.
Conforme a Funerária e Pax São Judas Tadeu o velório do pai e filho ocorreu das 07h às 09h da manhã desta segunda-feira (28). O sepultamento acontece em seguida no Cemitério Municipal Jardim da Saudade. Corpos serão sepultados um ao lado do outro.
Pai e filho faleceram no mesmo dia, com diferença de poucas horas em hospitais diferentes.
História
A trajetória de Àlido e família começou em 1980 quando saíram de Santa Rosa (RS) com destino a São Gabriel do Oeste, no norte do Estado, para plantar soja. Em 16 anos, seu modelo de trabalho rendeu até prêmios no Ministério da Agricultura, mas mesmo assim veio à falência.
Por ser produtor rural, teve preferência no projeto de loteamento do Incra (Instituto Nacional da Reforma Agrária) e conseguiu uma área em Chapadão do Sul, no Assentamente Sucuriú, onde ele, a esposa Elda Molinare Brun, de 77 anos, e os filhos, chegaram em 2000.
O queijo Brun também chegou ser exportado para vários estados e país. Seu Brun também escreveu o livro "O idoso que voltou a ser jovem", livro de sua história recentemente. Era munido de muitas histórias e criatividade.
Foi um dos pioneiros destaques da região, tornou seu pequeno lote de assentamento em uma área produtiva e famosa, trazendo fama e divisas para a região de Paraíso das Águas e Chapadão do Sul.
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Álido Brun e o filho Nairo Brun 



