A Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul publicou nesta quinta-feira (9), as atualizações do Protocolo de Atendimento à Gestante, Puérpera e Recém-Nascido. As novas diretrizes foram publicadas no Diário Oficial do Estado que atualiza os métodos de acompanhamentos de casos de gestantes com suspeita do vírus Zika e outras doenças infeciosas, tais como: Sífilis, Toxoplasmose, Rubéola, Citomegalovírus e Herpes Vírus. As atualizações implicam nas ações de vigilância na coleta de material e notificação para casos suspeitos, em especial para as situações de possível ocorrência de Síndrome Congênita do vírus Zika, possibilitando assim o desenvolvimento de ações a serem desenvolvidas para esta população.
Além dos métodos de cuidados a gestantes com doenças infecciosas, o protocolo também inclui as ações a serem realizadas com as gestantes, puérperas e recém-nascidos com Doença Falciforme e outras hemoglobinopatias na rede da Atenção Básica, assim como as referências para o atendimento especializado.
De acordo com a SES, a gravidez de mulheres com Doença Falciforme é uma situação potencialmente grave, com o risco de morte e o risco de que o filho também tenha a doença. Devido às complicações, a gravidez em casos de Doença Falciforme é considerada de alto risco e deverá ser acompanhada em serviço especializado e com a presença de hematologista.
Este documento foi elaborado na lógica da Rede Cegonha, com início da atenção no pré-natal, passando pela atenção hospitalar e finalizando com a consulta puerperal. As ações do protocolo em Mato Grosso do Sul devem ser desenvolvidas com 100% das gestantes, puérperas e recém-nascidos, incluindo as populações vulneráveis como a quilombola, ribeirinha, fronteiriça e em especial a indígena.
O protocolo atualizado está publicado na página 3 do Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (9).
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