Com adiantado pela redação do JD1 Notícias na quinta-feira (29), o Conselho Seccional da OAB/MS (Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Mato Grosso do Sul) não pedirá o afastamento do Governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja. Invés disso, decidiu por unanimidade, nesta sexta-feira (30) solicitar abertura de inquérito na Procuradoria Geral da República (PGR) contra o governador. O mesmo entendimento foi tomado pelo Colégio de Presidentes.
A decisão do Conselho levou em consideração o parecer da Comissão Especial composta pelo Presidente Heitor Miranda, e os Conselheiros Estaduais Fábio Nogueira Costa, Felipe Baseggio, Sérgio Muritiba e Nancy Gomes de Carvalho.
Na manhã de quinta-feira, o JD1 Notícias havia noticiado que a OAB já teria uma resposta pronta sobre as denúncias contra o governador Reinaldo Azambuja. Na matéria adiantamos que o colegiado que tinha a missão de analisar os fatos relataria que estes são sérios, que merecem ser investigados, mas se esquivaria de fazer um pedido de impeachment do governador à Assembleia Legislativa.
A matéria também destacou que a comissão da OAB adotaria uma certa prudência contra posições mais afeitas para não solicitar uma medida extrema, sem que ela exista nos autos, a pedido da Procuradoria Geral da Republica.
O 69º Colégio de Presidentes, representados por 27 das 31 subseções, ouviu o relatório da Comissão nesta quinta e opinou, por unanimidade sobre o encaminhamento a ser adotado na Sessão e hoje o Conselho Estadual decidiu pelo pedido de instauração de inquérito para apuração pormenorizada dos fatos e dos seus autores, incluindo o Governador do Estado.
Segundo o parecer da Comissão, não obstante a gravidade dos fatos delatados é necessário que os mesmos sejam comprovados para justificar a medida extrema de impedimento e qualquer outra de natureza criminal.
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