O Método Wolbachia inicia a partir desta segunda-feira (5), com o apoio da Secretaria de Estado de Saúde (SES) e Sesau, as liberações de Wolbitos, Aedes aegypti com Wolbachia, em dez bairros de Campo Grande que fazem parte da segunda fase de implantação do Método Wolbachia. Nesta fase serão contemplados os bairros: Taquarussu, Jacy, América, Jockey Club, Parati, Piratininga, Pioneiros, Alves Pereira, Los Angeles e Centro Oeste.
As liberações nos bairros da primeira fase em Campo Grande foram finalizadas na sexta-feira (2), e o monitoramento do estabelecimento da Wolbachia, que já vem ocorrendo desde o primeiro mês de liberação, continuará por mais quatro meses, a fim de avaliar a proteção nesses locais. Este trabalho é realizado pelas equipes do município, utilizando a malha de ovitrampas - armadilhas.
Desde o dia 21 de maio, ocorrem ações de engajamento comunitário nos bairros que compõem a terceira fase de implementação do método na cidade. Os bairros que estão recebendo ações de engajamento são: Carlota, Dr. Albuquerque, Jardim Paulista, Maria Aparecida Pedrossian, Rita Vieira, São Lourenço, TV Morena, Vilasboas, Universitário, Tiradentes, Chácara Cachoeira, Chácara dos Poderes, Noroeste, Veraneio, Estrela Dalva e Carandá.
A liberação dos mosquitos faz parte da estratégia do Método Wolbachia, iniciativa do World Mosquito Program (WMP), conduzida no país pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), com apoio financeiro do Ministério da Saúde, e que utiliza a bactéria Wolbachia para o controle de arboviroses, doenças que são transmitidas por mosquitos.
Método Wolbachia em Campo Grande
Em Campo Grande, as liberações começaram pelos bairros Guanandi, Aero Rancho, Batistão, Centenário, Coophavila II, Tijuca e Lageado. Nestes bairros, os Wolbitos foram liberados semanalmente, durante 30 semanas, por agentes do município. As liberações ocorreram no período da manhã e foram feitas por meio de veículos cedidos pela SES. Esses bairros estarão em fase de monitoramento.
O Método Wolbachia é complementar às demais ações de controle das arboviroses realizadas pela prefeitura, via Secretaria Municipal de Saúde (Sesau). A população deve continuar a realizar as ações de combate à Dengue, Zika e Chikungunya que já realizam em suas casas e estabelecimentos comerciais.
A Wolbachia é um microrganismo intracelular presente em 60% dos insetos da natureza, mas que não estava presente no Aedes aegypti, e foi introduzida por pesquisadores do WMP, iniciativa global sem fins-lucrativos que trabalha para proteger a comunidade global das doenças transmitidas por mosquitos.
Em dezembro de 2020, a SES inaugurou a Biofábrica na sede do Laboratório Central de Mato Grosso do Sul (Lacen/MS) inaugurada com a missão de produzir Aedes aegypti com Wolbachia que irão ajudar na redução de casos de Dengue, Zika e Chikungunya no Estado. Sua capacidade de produção semanal é de um milhão e meio de mosquitos com Wolbachia.
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