Dias antes de o governo estadual dar início à nova carga horária dos servidores administrativos, sindicalistas tentam negociar igualdade no cumprimento das oito horas, pré-estabelecidos pelo estado. Representantes estão neste momento na governadoria, aguardando reunião com Reinaldo Azambuja.
A presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Servidores da Administração de Mato Grosso do Sul (Sindsad-MS), Lilian Fernandes, esclarece que os servidores da educação poderão ter horário diferenciado e cumprir apenas seis horas. “O que vamos tratar é em virtude do que aconteceu na educação, porque falaram que vai ser seis horas nas escolas, então, não entendemos o motivo e não aceitamos essa diferença”, disse.
O presidente da Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (Fetems), Jaime Teixeira, defendeu a categoria e disse que vai lutar para manter a jornada de seis horas nas escolas. “O administrativo que trabalha nas escolas já atende dois turnos da escola, porque ele entra de manhã, pegando o primeiro turno e fica até o início do segundo turno, portanto, se colocar oito horas, não mudará em nada”, destacou. Ele lembra ainda que há escolas que funcionam nos três turnos e necessita de uma escala diferenciada.
Além de reivindicar a igualdade no cumprimento da jornada, os representantes estão na governadoria para relatar a falta de condições para o início das oito horas nas repartições públicas. “Os servidores precisam de quatro passes para cumprir expediente o dia todo, além disso, algumas repartições não há material suficiente para o comprimento das oito horas”, disse Lilian.
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A partir do dia 1º de julho haverá mudança na carga horária no administrativo estadual (reprodução)



