Pelo menos 265 pessoas morreram em consequência do caos e da revolta popular que tomou conta da Turquia por causa de uma tentativa de golpe de Estado realizada nesta sexta-feira (15) por uma facção rebelde das Forças Armadas.
Para tentar concretizar o golpe, as forças militares rebeldes – representados em sua maioria por contingentes da Força Aérea – chegaram a realizar movimentos com tanques, aviões de combate e helicópteros. Eles assumiram a TV estatal, impuseram a lei marcial e um toque de recolher, atacaram a sede do órgão de inteligência turco e atiraram no prédio do Parlamento do país e em um resort na cidade portuária de Marmaris.
Do total de mortos, pelo menos 100 estão entre os rebeldes, segundo informou o chefe das Forças Armadas, general Umit Dundar. Há pelo menos 1.440 feridos.
Segundo o general Dundar, 161 pessoas mortas fazem parte da multidão de civis e policiais contrários ao golpe, que foram às ruas defender a permanência do presidente turco Tayyip Erdogan.
Os civis e parte da forças policiais e militares foram mortos pelos rebeldes porque decidiram obedecer ao apelo do presidente Erdogan de resistir ao golpe.
O primeiro-ministro turco Benali Yildirim declarou hoje (16) que a situação está “totalmente sob controle". Segundo ele, mais de 2,8 mil integrantes das Forças Armadas foram presos em razão do golpe.
Foi "uma mancha escura para a democracia turca", acrescentou Hildirim.
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