Na noite de quarta-feira (23), o desembargador José Ale Ahmad Netto mandou prender novamente o sargento Ricardo Campos Figueiredo, envolvido na máfia do cigarro. Ele havia sido solto no dia 18 de maio por força de um habeas corpus.
O sargento foi preso em flagrante no dia 16 de maio devido a investigações do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (GAECO), que buscava desmantelar uma organização criminosa que, em tese, contrabandeava cigarros do Paraguai, e envolvia vários policiais militares do Estado de Mato Grosso do Sul. Ele teve a prisão convertida em preventiva no dia seguinte, no entanto, a defesa entrou como pedido de habeas corpus e conseguiu sua liberação.
Porém, na noite desta quarta-feira (23), o caso foi analisado novamente pelo desembargador José Ale, que entendeu que “a liminar em sede de habeas corpus é medida excepcional, que deve ser concedida quando se verifica a presença de qualquer constrangimento ilegal, como ausência dos requisitos legais necessários à prolação do decreto de prisão”.
O magistrado considerou ausente qualquer indício de constrangimento ilegal e revogou a liminar concedida em plantão, devendo o réu ser recolhido novamente à prisão militar.
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