Acontece na próxima semana, dia 14 de outubro, o último e maior eclipse solar deste ano, que será visível de todas as regiões do Brasil, incluindo, para a alegria do entusiasta da astronomia sul-mato-grossense, do nosso Estado.
Para os moradores das regiões Norte e Nordeste, será possível ver um eclipse total, quando a Lua cobre totalmente o Sol, com apenas um "anel de fogo" ao redor do nosso satélite natural.
Nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, o fenômeno será um eclipse parcial, onde somente parte da Lua acaba cobrindo o Sol.
Em ambos os casos, a visualização é possível, porém, com cuidados, já que a luz do Sol é capaz de causar danos que, em alguns casos, podem ser permanentes e até levar a cegueira.
É recomendado que, para observar o fenômeno, se utilize telescópio com filtro adequado para observação solar ou óculos para eclipse solar, geralmente vendidos em lojas especializadas em produtos astronômicos.
Outra alternativa, mais viável para maioria da população, está no uso de vidros de soldador número 14 ou superior, que podem ser encontrados em lojas de material de construção.
Mesmo que haja uma proteção contra os raios UV, emitidos pelo Sol, é recomendado que ainda se utilize um óculos de Sol comum além da lente de soldador, para garantir uma proteção a retina.
Mas o que é um eclipse solar?
Eclipses solares ocorrem quando o Sol ainda está presente no céu, e dada a posição da Terra e a Lua, o satélite natural terráqueo passa em frente do sol, que devido à distância do nosso astro e nosso planeta, acaba encoberto.
Uma analogia seria quando você coloca o seu dedo na frente de um prédio muito distante e consegue cobri-lo. Por mais que seu dedo não seja do mesmo tamanho da construção, devido à distância, essa ilusão acontece.
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