Desaparecida desde o dia 6 de maio em Paris, na França, as buscar pela brasileira Fernanda Santos Oliveira continuam, com seu rosto estampando cartazes espalhados por diversas regiões da cidade europeia.
Na tentativa de encontrar a brasileira, um grupo de Whatsapp para trocar informações foi criado e um novo mutirão para tentar localizar Fernanda continuarão nessa quinta-feira (15), com buscas em hospitais e no Instituto Médico Legal (IML).
Um mutirão já foi organizado no último sábado (13), porém, não foi obtida nenhuma informação sobre o paradeiro da brasileira.
Fernanda estava em Paris há nove meses e trabalhava em um conhecido restaurante português da rede Pedra Alta, e morava sozinha em um apartamento no sétimo distrito da cidade.
Segundo Nellma Barreto, presidente da Associação Mulheres na Resistência, de Paris, que acompanha o caso, o grupo foi alertado do desaparecimento somente seis dias depois, na última quinta-feira (11), após serem alertados do sumiço pela família da brasileira, e registraram um boletim de ocorrência na sexta-feira (16).
“Passamos todas essas informações para o Consulado, para também realizarem buscas. Todos os hospitais públicos que a gente já entrou em contato não têm informação. Vamos agora voltar ao IML”, explicou.
A líder da associação ainda destacou que Fernanda teria tido uma discussão violenta com uma vizinha pouco antes de desaparecer, além de acreditar que ela poderia estar sofrendo assédio no trabalho.
Em entrevista à RFI, uma colega de trabalho de Fernanda, que preferiu não se identificar, explicou que ela foi vista pela última vez dia 3 de maio e estava abatida, e notou o sumiço da amiga ao sentir sua falta em um almoço que elas haviam marcado dia 8.
Ela e outro colega de trabalho, também amigo da brasileira, resolveram ir até o apartamento e encontraram o local intocado, com as roupas e celulares de Fernanda ainda no local. Porém, a falta do passaporte e o patinete que ela utilizava para ir ao trabalho chamaram atenção dos dois.
Eles então encontraram uma moradora do prédio que afirmou ter visto Fernanda no sábado de seu desaparecimento, que relatou que a brasileira estava alterada e violenta, chegando até mesmo a agredido a mãe da dona com um soco.
O caso está sendo investigado pela Polícia Judiciária e conta com apoio do consulado do Brasil em Paris.
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