A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal condenou os irmãos Domingos Brazão e Chiquinho Brazão a 76 anos e três meses de prisão pelos crimes de duplo homicídio, organização criminosa e tentativa de homicídio contra a assessora Fernanda Chaves, que sobreviveu ao ataque que matou a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes, em 2018 no Rio de Janeiro.
Além dos irmãos Brazão, Ronald Alves de Paula, major da Polícia Militar, foi condenado a 56 anos, Robson Calixto, ex-policial militar, a 9 anos, e Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio, a 18 anos por obstrução de Justiça e corrupção, sendo absolvido do homicídio.
A decisão determina ainda a perda dos cargos públicos após o trânsito em julgado e o pagamento de R$ 7 milhões em indenizações: R$ 3 milhões para cada família de Marielle e Anderson, e R$ 1 milhão para Fernanda Chaves.
Reportar ErroDeixe seu Comentário
Leia Também

Tentativa de homicídio na Vila Santa Luzia: réu pega 7 anos de prisão em regime fechado

Acusado de ser o autor dos tiros que mataram adolescentes é julgado hoje na Capital

STF julga decisão de Dino que suspendeu pagamento de penduricalhos

Moraes diz que não há dúvida que irmãos Brazão mandaram matar Marielle

Homem que atirou contra desafeto no Santa Luzia é julgado por tentativa de homicídio

Assistente educacional pega 15 anos de prisão por estupro em escola de Campo Grande

Ordem dos Advogados aciona STF e pede fim do inquérito das Fake News

STF proíbe governo de executar emendas indicadas por Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem

Influenciador e marido são condenados por produção de conteúdo sexual com adolescentes


A decisão determina ainda a perda dos cargos públicos após o trânsito em julgado (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)


