O governador Reinaldo Azambuja afirmou agora há pouco, no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJ-MS), que uma das melhores alternativas para a questão prisional seria o “aumento do tamanho das celas”, e não construírem novos presídios.
A fala de Azambuja se deu em solenidade onde o presidente do TJ-MS, Paschoal Leandro, recebe o secretário-geral do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Carlos Vieira Von Adamek, e o juiz auxiliar da Presidência do CNJ, Luís Geraldo Santana Lanfredi, que estão em Campo Grande para implantar o programa "Justiça Presente".
Reinaldo diz que existem recursos parados em contas de programas específicos para isso. O governador de MS pediu para os membros do CNJ apoio para uma força tarefa, que poderia desbloquear recursos e financiar uma nova estratégia para se criar vagas nos presídios, sem construir novas unidades. “Custam muito caro os presídios novos”, disse Reinaldo.
Programa Justiça Presente
O programa "Justiça Presente" foi criado para o fortalecimento de uma política para o sistema penitenciário. Os magistrados do CNJ apresentam os quatro eixos do programa que abordará os seguintes temas: reintegração social; monitoramento eletrônico e políticas de alternativas penais; além de políticas de cidadania e alternativas para se evitar o super-encarceramento.
Para melhor assimilação das atividades pelos atores locais, o programa foi dividido em três fases de implantação, que teve início em março, continuam em junho e julho de 2019 e se prolongarão até o encerramento do programa, previsto para julho de 2021.
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Os desembargadores Sergio Martins e Carlos Contar, o governador Reinaldo Azambuja e o presidente do Tribunal de Justiça Paschoal Leandro em solenidade nesta manhã (JD1 Notícias)



