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Justiça

Pai que matou filho afogado, já tinha tentado antes

Após depoimento da avó da criança, Ministério Público faz nova acusação contra Evaldo, agora por tentativa de homicídio

04 fevereiro 2020 - 09h56Sarah Chaves    atualizado em 04/02/2020 às 11h01

Evaldo Christyan Dias Zenteno, 21 anos, acusado de homicídio triplamente qualificado após matar afogado o próprio filho, tem uma nova acusação aditada na segunda-feira (3), pelo Ministério Público, alegando que o réu já teria tentado matar o filho dias antes.

De acordo com informações obtidas pelo JD1 Notícias, a avó materna deu depoimento durante a audiência no fórum de Campo Grande dia 9 de dezembro, afirmando que Evaldo teria jogado o filho da cama e feito a criança bater a cabeça na parede uma semana antes do afogamento do filho.

Segundo a avó, na época a criança foi socorrida e levada para o Hospital Regional de Aquidauana, com um leve traumatismo, porém os familiares não desconfiaram da agressão do pai, que só foi sendo desvendada dias depois em conversa com a criança que afirmou que o pai o teria jogado da cama.

O Ministério Público fez um aditamento da denúncia incluindo a acusação de tentativa de homicídio contra Evaldo Christyan. De acordo com informações obtidas, uma nova audiência será realizada dia 17 de fevereiro na 2ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande.

Caso está em segredo de Justiça.

Crime

 Evaldo Christyan Dias Zenteno, de 21 anos, foi preso após matar o filho Miguel Henrique Dos Reis Zenteno, de 2 anos, afogado em uma bacia para se vingar da ex-mulher que teria o traído, em Campo Grande.

Uma equipe do Batalhão de Choque da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul recebeu a ocorrência da Santa Casa informando que havia entrado uma criança em óbito no hospital como morte a esclarecer nessa tarde de quinta-feira (19).

No hospital, para as enfermeiras, Evaldo deu a primeira versão de que tinha sido vítima de um roubo com a criança. Devido a falta de informações e falta de nexo na história contado, a equipe questionou Evaldo dos fatos e ele mudou a versão.

Evaldo relatou que foi traído pela ex-mulher, mãe da criança, e que um amigo chamado de “Ninguém” o orientou a fazer a mulher sofrer matando o filho.

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