O ex-prefeito Alcides Bernal, acusado de matar o servidor estadual Roberto Carlos Mazzini, de 61 anos, nesta terça-feira, dia 24, já havia se envolvido em outra briga, mas dessa vez em razão de outra propriedade - uma fazenda, em Sidrolândia - a 70 quilômetros de Campo Grande.
Ele chegou a ir até a delegacia da cidade interiorana para denunciar a invasão da propriedade ocasionada por um homem, de 38 anos, no dia 13 de março - onze dias antes do homicídio cometido na rua Antônio Maria Coelho, na Capital.
Segundo informações do boletim de ocorrência registrado no dia do fato, Bernal alegou que a propriedade havia sido invadida.
O ex-prefeito chegou a ir acompanhado de policiais militares e no local, encontrou uma mulher que justificou que entrou no lote após ter sido orientada pelo Incra. Questionada se havia algum documento, ela afirmou que estava com o marido.
Quando o homem retornou ao local, foi questionado sobre a documentação, mas alegou que não havia recebido ou retirado qualquer documentação oficial que comprovasse a autorização para ocupar o lote. Ao serem perguntados sobre a desocupação voluntária, o casal disse que não sairia.
Diante do fato, o casal e Bernal foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil de Sidrolândia, onde foi realizado o registrado da ocorrência como esbulho possessório.
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