A campo-grandense Karyn Lima Souza e Silva, de 24 anos, atualmente desaparecida em Santa Catarina, lutava contra o vício em jogos de azar, principalmente no 'jogo do tigrinho'. Ela não é vista desde o dia 15 de abril.
Porém, como já relatado anteriormente, ela também é acusada de supostamente desviar cerca de R$ 40 mil da escola onde trabalhava como secretária, em São José, no litoral catarinense. A Polícia Civil investiga o caso e não descarta a hipótese de fuga.
O caso da luta contra jogos de azar foi relatado pelo marido ao site ND Mais, de Santa Catarina. Durante o último final de semana, o companheiro declarou não ter mais informações sobre ela.
"Ela estava envolvida com jogo de tigrinho, então a gente não sabe", contou ao site local. A família acompanha o caso, mas a mãe de Karyn viajou para Florianópolis para se inteirar mais sobre o assunto, principalmente o boletim de ocorrência que a acusava de desviar a quantia da escola.
O registro do boletim de ocorrência foi feito por um funcionário da unidade de ensino, que relatou que a jovem cedia o Pix pessoal para os pais dos alunos ao invés de fornecer a chave Pix da escola.
Desaparecimento
A campo-grandense foi vista pela última vez no dia 15 de abril, quando entrou em um carro de aplicativo, no bairro Praia Comprida, em São José, na Grande Florianópolis.
A mãe teria informado ao marido que a jovem iria ao dentista durante o expediente de trabalho. Mas cerca de duas horas após a saída, colegas de trabalho tentaram contato com a jovem, mas o celular já estava desligado. Desde esse momento, ela não foi mais vista.
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