Um homem de 33 anos, afirmou à polícia ter sofrido um sequestro relâmpago no último dia 13 de março, mas após investigações, a Polícia Civil de Três Lagoas descobriu que a vítima inventou o crime para não dizer a sua esposa que foi roubado após pagar para se relacionar com uma mulher.
De acordo com o site “Rádio Caçula”, no dia do suposto crime, a vítima, 33 anos, informou à polícia que estava fumando um cigarro próximo a um hotel, em Campo Grande, momento em que foi abordado por duas pessoas que estavam em um carro preto.
Após ser rendida, a vítima foi levada até um matagal, onde foi amarrado e teve seu cartão roubado, sendo obrigado a dizer sua senha da conta bancária, objeto usado pelos bandidos para realizarem diversas compras pela cidade.
Porém, o crime relato como um sequestro não passava de um roubo, isso porque foi descoberto pelos policiais que a vítima havia pagado uma mulher para realizar “programas sexuais e utilizar crack”, como afirma o site.
Ao saírem a pé do motel, o casal foi rendido pelo homem e a mulher logo disse ao comparsa, que não teria recebido pelo valor do programa, foi quando seu comparsa obrigou o operador de guindaste a entregar seu cartão com a senha.
O casal suspeito utilizou o cartão em comércios da região, cujos comerciantes passavam o cartão nas máquinas de recebimento, algumas vezes sem que compras eram realizadas, e cobravam taxas por tal operação, ou seja, um tipo de cobrança de juros de empréstimos de dinheiro.
Durante as investigações, a Polícia Civil apurou que tal pratica era comum entre alguns comerciantes daquela região, razão pela qual também poderão ser responsabilizados.
O casal investigado foi levado a sede da SIG para esclarecimentos e ambos negaram qualquer conduta criminosa, alegando que agiram com anuência da vítima, o que não é verdade. A polícia acredita que o casal investigado fizeram outras vítimas aplicando o mesmo golpe.
Em suas declarações, a suposta vítima alegou que não falou a verdade à polícia por ser casado. Diante os fatos, foi instaurado inquérito policial e ao final, remetido à Justiça.
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Imagem ilustrativa (Reprodução/Assessoria)


