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Família de Gabrielly pede justiça e organiza passeata

Marcada para ocorrer em frente a escola, a passeata deve reunir centenas de pessoas no Nova Lima

28 dezembro 2018 - 12h19Da redação    atualizado em 28/12/2018 às 14h35

Familiares de Gabrielly Ximenes Souza, 10 anos, organizam uma passeata e manifestos pedindo por justiça e celeridade no caso da menina que morreu no dia 6 de dezembro, uma semana depois de ser agredida por uma aluna na saída da escola.

A manifestação ocorre dia 06 de janeiro de 2019, ás 10h e tem como local de encontro a igreja Batista localizada na rua Dos Poetas, Nova Lima. Os participantes levarão faixas e vestirão camisetas com imagens da criança, e depois de se reunirem irão a pé até a escola Lino Vilachá, onde devem manifestar por justiça na frente ao local.

Beatriz Ximenes, 39 anos, mãe de Gabrielly disse ao JD1 que o laudo médico identificando a causa morte deve sair dia 26 de janeiro. Ela acredita que o resultado seja devido a agressão e novamente relatou o descaso e mal atendimento médico que a filha recebeu. “Ela não tinha histórico de doença, nada, era uma garota alegre, prestativa, eles [os médicos] deveriam ter examinado melhor, ter dado mais atenção” disse Beatriz.

Questionada se a família recebeu algum tipo de apoio psicológico do setor público, Beatriz afirmou, que até o momento ninguém procurou a família. “Não recebemos ajuda de ninguém, nem da escola, nem de psicólogos, nada, só amigos e família mesmo”.

Gabrielly era boa aluna, já havia passado de série no 3° bimestre, e por esses motivos o bullying era frequente na escola. A mãe da menor relata que a tristeza toma conta, e que se o fato tivesse sido alertado pela escola antes a morte teria sido evitada. Para ela, o fundamental é que haja rapidez e que a justiça seja feita.

 “Nós queremos justiça, não a feita com as próprias mãos, queremos a justiça dos homens. Tudo começou com o bullying na escola, chamavam minha filha de puxa-saco, quatro olhos, e etc, isso tudo porque ela era prestativa, inteligente. Eu não desejo que isso aconteça com ninguém, nem para o meu pior inimigo”, desabafou a mãe.

 

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