O inquérito que apura a morte do bioquímico Júlio Cesar Cerveira Filho na sala 1 do cinema do Shopping Avenida Center foi encerrado pelo delegado do 2º Distrito Policial de Dourados, Francis Flávio Tadano Freire.
O policial militar Dijavan Batista dos Santos, 37, autor do disparo, continua no Presídio Militar de Campo Grande.
Um documento comprova que a discussão entre ambos foi ocasionada por uma poltrona específica. “As imagens disponibilizadas pelo cinema ratificaram as provas testemunhais de que, antes do disparo, a vítima teria agredido fisicamente o autor”, diz trecho descrito no inquérito.
O delegado ouviu 20 pessoas e durante as investigações, oito perícias e 13 diligências foram realizadas, porém, falta a confirmação se o tiro que saiu da arma do PM ocorreu de forma acidental. A perícia pediu prazo maior para apurar o fato específico.
O disparo que saiu da pistola calibre .40 do policial militar atingiu o peito de Júlio César e transfixou no pescoço. O socorro foi acionado e chegou rapidamente ao local, porém, Júlio já estava morto.
A sala onde aconteceu o assassinato era ocupada por 81 pessoas. Haviam crianças que vieram em excursão de Batayporã a Dourados para assistir ao filme ‘Homem-Aranha longe de casa".
O indiciamento pelo crime de homicídio foi mantido. Na semana passada o juiz da Egliell Ricardo da Silva, da 3ª Vara Criminal, converteu em preventiva a prisão em flagrante de Dijavan.
O Inquérito Policial foi encaminhado ao Fórum, em sigilo.
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A sala onde aconteceu o assassinato era ocupada por 81 pessoas (Reprodução/Internet)



