Ivan Alyffer Albuquerque Rocha, de 23 anos, acusado de matar Luiz Otávio Santana de Lima, 11 anos, no sábado (8), mudou a versão contada anteriormente, quando foi preso logo após o crime, em Sidrolândia.
O delegado responsável pelo caso, Diego Dantas Santos, disse ao JD1 Notícias que, inicialmente, Ivan apresentou várias versões. “Disse que não atirou, que teria sido alguém que estava escondido no mato, que o tiro foi acidental”, explicou o delegado.
Durante o interrogatório complementar na manhã desta segunda-feira (10), Ivan apresentou a versão de que realmente mandou a criança ajoelhar e rezar, mas que seria uma brincadeira. “Quando a criança se levantou, ele disparou, mas de acordo com a versão de Ivan, o acusado pensou que a arma estava sem munição”, informou Diego.
Nesta manhã, o delegado também ouviu o depoimento da mãe da vítima, da namorada do acusado e dois populares que estavam no local. Apesar de ser namorado da prima da vítima, o acusado não tinha muita proximidade da família a ponto de chamar os meninos para caçar, segundo o delegado.
Ivan teve a prisão preventiva decretada e será encaminhado para uma unidade penal de Campo Grande. Enquanto não ocorre a transferência, ele continua preso na delegacia da cidade.
Reportar ErroDeixe seu Comentário
Leia Também

Homem é preso em flagrante após descumprir medida protetiva em Coxim

Vídeo: Com ajuda de cão farejador, polícia apreende 46 kg de maconha em transportadora

Discussão entre funcionários termina com um esfaqueado no Mercadão Municipal

Polícia investiga violação de túmulo de vítima de feminicídio em Eldorado

Crânio humano é encontrado em terreno baldio na Mata do Jacinto

Foragido da Justiça de dois estados é preso em Três Lagoas

Polícia procura responsáveis por tentativa de roubo a banco em Brasilândia

Mesmo com ordem de afastamento, homem aterroriza ex, ameaça se mutilar e acaba preso

Foragido da Gameleira tenta fugir, mas acaba preso em Três Lagoas


Ivan Alyffer teve a prisão preventiva decretada e será transferido para a unidade penal da capital (Reprodução/Facebook)



