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Jovem que deu agulhadas na barriga matou bebê no útero e ficou dias esperando aborto

O feto tinha ferimentos na região do pescoço e do tórax; o caso foi denunciado pelo médico

17 janeiro 2024 - 11h00Brenda Assis     atualizado em 17/01/2024 às 11h01

A jovem, de 20 anos, que enfiou agulhas na barriga para abortar acabou matando o feto, já com oito meses de gestação (ou 34 semanas), durante a tarde de domingo (14), ficando dois dias com o pequeno morto dentro do útero. O caso foi denunciado pela equipe médica do Hospital Regional de Campo Grande, durante a manhã de terça-feira (16), momentos após o parto.

Conforme as informações da Polícia Civil ao JD1, o delegado da DEPCA (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente), Roberto Morgado, o crime de aborto se consuma não com a retirada, e sim com a morte do feto, então o crime tinha se consumado no domingo, e não tinha mais situação flagrancial.

Durante entrevista, a jovem relatou ser moradora da cidade de Guia Lopes da Laguna. Desde que descobriu que estava grávida, ela teria ficado em choque. No domingo, a autora ingeriu uma grande quantidade de medicamentos e desferiu quatro agulhadas contra sua barriga, para provocar o aborto.

Ao passar mal, ela foi socorrida e precisou ser transferida para Campo Grande, sendo levada para o Hospital Regional. O médico teria contatado que o feto estava sem sinais vitais, considerando-o como um natimorto (quando falece ainda dentro do útero). Depois do parto, foram encontrados quatro ferimentos na criança, sendo no pescoço e na região do tórax do lado esquerdo.

Ainda segundo a Polícia Civil, não há indícios de que ela tenha tomado medicamentos abortivos, o método usado por ela teria sido essa introdução da agulha.

Como o fato ocorreu em Guia Lopes da Laguna, o boletim de ocorrência está sendo encaminhado para a delegacia local, para o seguimento da investigação. Quanto ao indiciamento, ela não foi presa em flagrante por falta de situação flagrancial, e o indiciamento será feito, se feito, pelo delegado da DP de Guia Lopes.

O fato foi registrado na DEPCA, como um aborto provocado pela própria gestante.

 

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