Em meio à denúncia de suposto “extermínio” de animais na Coordenadoria de Controle de Zoonoses (CCZ), em Campo Grande, o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) determinou que a Polícia Civil faça a apreensão das imagens que registrariam os procedimentos de sacrifício realizados na unidade.
A determinação do promotor de Justiça Luiz Antônio Freitas de Almeida foi encaminhada à Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Ambientais e de Atendimento ao Turista (Decat), que deverá promover o acautelamento e a apreensão das gravações, observando o devido processo legal, para eventual produção de prova pericial no inquérito policial que investiga possível crime.
O promotor também requisitou a atuação do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de Mato Grosso do Sul (CRMV/MS) na investigação, determinando que o órgão realize inspeção no CCZ, a fim de apurar se houve a prática de abate de animais saudáveis como medida de controle populacional.
Outro lado — Questionada sobre a investigação e sobre eventuais irregularidades nos procedimentos, a prefeitura de Campo Grande se posicionou sobre o caso, disse que "A Secretaria Municipal de Saúde informa que o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) atua rigorosamente conforme os protocolos e diretrizes estabelecidos pelo Ministério da Saúde e permanece à disposição dos órgãos competentes para quaisquer esclarecimentos que se façam necessários, colaborando integralmente com quaisquer apurações".
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Sede da DECAT, Polícia Civil - Foto: Luiz Vinícius 



