Eronilda Gabriel Mendonça, 34 anos, foi morta a tiros na última terça-feira (22), depois de supostamente ter chamado Nicolas de Jesus Batista, 22 anos, de “frouxo”. A vítima era artesã e saiu da aldeia Água Azul, de Sidrolândia, para morar na capital há apenas um mês. Ela estava conhecendo o autor e havia saído com ele quatro vezes, segundo a família.
Na versão do autor que confessou o crime e está preso, Eronilda teria insultado o mesmo depois dele ter se recusado a fazer sexo com ela. A família não acredita nisso e conforme o G1 toda a comunidade indígena está abalada com a morte.
Nicolas disse em depoimento que estaria em um programa com a vítima. Mas, parentes de Eronilda afirmam que ela estava “conhecendo” o autor.
A mulher foi encontrada por testemunhas caída na rua Imburus, bairro Tijuca. Ela foi atingida pelas costas no ombro, virilha, rosto e panturrilha. Eronilda chegou a ficar internada na Santa Casa, mas morreu na quinta-feira (24).
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Eronilda morreu depois de ser atingida por quatro tiros; vítima estaria "conhecendo" o autor dos disparos (Reprodução/Facebook)



