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Operação da PF mira em grupo que fraudou licitações de obras em Três Lagoas

A investigação levantou ainda a existência de empresas de fachada e empresas fantasmas, utilizadas para realizar transações financeiras entre os envolvidos

09 maio 2024 - 08h31Brenda Assis e Luiz Vinicius    atualizado em 09/05/2024 às 11h03

A operação, deflagrada nas primeiras horas da manhã desta quinta-feira (9) pela Polícia Federal e da Controladoria Geral da União, está cumprindo 20 mandados de busca e apreensão contra fraudes em processos licitatórios, peculato, apropriação e associação criminosa.

Conforme a nota emitida pela PF, sete mandatos estão sendo cumpridos em Campo Grande. O JD1 está acompanhando desde cedo a movimentação em um dos pontos visitados, sendo um prédio localizado na rua Luís Alexandre de Oliveira, conhecida como Via Park, região do Santa Fé, em Campo Grande.

Informações iniciais obtidas no local são de que os agentes cumprem mandados de possível busca e apreensão no prédio em que estão estabelecidas três empresas do ramo de engenharia e imóveis. A suspeita é que a ação em conjunto com a Advocacia-Geral da União seja contra uma das outras empresas, sendo que uma delas é a Groen Engenharia, que também possui escritório em Florianópolis (SC), onde um dos mandatos está sendo cumprido.

Os outros 13 mandatos estão sendo cumpridos em outras cidades de Mato Grosso do Sul, sendo cinco em Três Lagoas, seis em Coxim e um em Naviraí. O último mandato de busca e apreensão esta sendo em uma empresa da cidade de Florianópolis, em Santa Catarina.

Além disso, ainda conforme a nota da Polícia Federal, foram cumpridas uma medida cautelar de sequestro e bloqueio de bens de cada um dos indiciados no valor de R$ 23 milhões.

A operação e ações da PF foram deferidas pela 1ª Vara da Justiça Federal de Três Lagoas, após representação judicial conjunta formulada pela Polícia Federal, Ministério Público Federal e Ministério Público do Estado do Mato Grosso do Sul.

Durante as investigações foram encontrados fortes indícios de direcionamento ilícito e antieconômico de contratado administrativo, além de superfaturamento e inexecução de parte de obras e serviços em unidades de ensino do município de Três Lagoas.

A Polícia Federal também identificou a existência de empresas de fachada e empresas fantasmas, utilizadas para realizar transações financeiras entre os envolvidos.

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