A vereadora Ana Portela (PL) participou, no fim de semana, do ato político realizado em Brasília e convocado pelo deputado Nikolas Ferreira. Para o JD1 Notícias, ela classificou a mobilização como um marco simbólico da união da direita e um sinal do cenário que deve se consolidar nas eleições de 2026.
Segundo Ana Portela, a manifestação foi resultado de um engajamento intenso de apoiadores. "Eu fuim foram três dias de caminhada, mais de 100 quilômetros. A população não aguenta mais esse governo que é fadado ao fracasso", afirmou. Para a vereadora, o ato demonstrou força política e capacidade de mobilização. "Mostrar a união e a força da direita. Essa caminhada demonstrou isso", completou.
Na avaliação da parlamentar, o evento entra para a história do país. "Mesmo com chuva, o evento estava lotado. O povo brasileiro quer a mudança o mais rápido possível", disse. Ela destacou que o sentimento coletivo deve se refletir nas urnas. "Isso é o que a gente vai ver em 2026. As pessoas vão começar a mostrar a opinião, esboçar reação", afirmou.
Ana Portela também defendeu que a manifestação fortalece o debate democrático e reúne insatisfações com decisões do Judiciário e reivindicações sociais. "Estamos lutando contra arbitrariedades que vêm acontecendo, como o presidente Bolsonaro estar preso sem ter cometido nenhum tipo de crime. Queremos anistia para os presos políticos de 8 de janeiro, mas também queremos saúde de qualidade, educação de qualidade e saneamento básico", pontuou.
A vereadora também falou sobre seu futuro político. Ela confirmou que é pré-candidata a deputada estadual e que o convite partiu do ex-presidente Jair Bolsonaro antes de sua prisão. "O presidente Bolsonaro já havia me convidado para ser candidata a deputada estadual. Depois bati o martelo com a Michelle para poder representar o PL Mulher no nosso Estado", afirmou, ao destacar o fortalecimento do movimento feminino dentro do partido.
Segundo a vereadora, a partir de agora começa a fase de articulação política nas cidades. "Vai começar a rodar agora o Estado", para ampliar o diálogo com o eleitorado do interior.
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