O deputado estadual Barbosinha (DEM-MS) pediu ao presidente Jair Bolsonaro a instalação de mais uma unidade do Sistema Colégio Militar do Brasil (SCMB) em Mato Grosso do Sul, no município de Dourados.
O pedido vem de uma promessa feita pelo próprio presidente em sua corrida eleitoral no final do ano passado, com o então deputado estadual, Geraldo Resende, e atual suplente da bancada de Mato Grosso do Sul no Congresso Nacional e secretário estadual de Saúde.
O Ministério da Educação anunciou neste mês que MS terá mais duas novas unidades, mais uma em Campo Grande e outra para atender a região de Corumbá, outro motivo do pedido do deputado.
Uma das propostas do presidente é a construção de Colégios Militares em todas as capitais do Brasil. Campo Grande já tem uma unidade, e o atual foco seria Dourados, por ser o segundo maior município do estado e por ser polo de uma região de 33 cidades.
O deputado defendeu como estratégica a posição geopolítica de Dourados para a criação do CM. "A implantação de um Colégio Militar em Dourados, além de reafirmar o compromisso assumido pelo presidente com o, à época, nosso único representante eleito em Brasília, viria oferecer a oportunidade para que mais jovens tivessem acesso a uma educação de qualidade, com indicadores comprovados, sem contar que o simples fato da existência de uma unidade militar de ensino já contribuiria para a redução dos índices de violência”.
Além da conhecida disciplina militar, as unidades do SCMB apresentam índices superiores as outras escolas públicas. A unidade do Rio de Janeiro, por exemplo, está entre as 10 melhores escolas, a do Amazonas detém o segundo melhor Índice de Desempenho do Estado, bem superior à média nacional e o Colégio Militar de Brasília vem encabeçando o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) há vários anos. No Colégio Militar de Salvador, 90% dos professores tem alguma pós-graduação, 40% são mestres ou doutores e todos com dedicação exclusiva para o colégio.
Atualmente existem 13 Colégios Militares funcionando no país, gerenciados pela Diretoria de Educação e Cultura do Exército (DEPA), subordinada ao Departamento de Educação e Cultura do Exército (DECEx).
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Deputado apresentando o pedido na Casa (Reprodução/Assessoria)



