O Ministério da Economia está temendo uma possível falta de dinheiro neste final de ano para pagar despesas obrigatórias, entre elas as aposentadorias do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), e pediu aval ao Tribunal de Contas da União (TCU) para abrir um crédito extra de R$ 22,3 bilhões fora do teto de gastos.
Segundo portal de notícias Metrópoles, documentos obtidos pelo site apontam que, do valor bilionário solicitado pela Economia, 70% corresponde somente ao pagamento da Previdência, que alega que os gastos previdenciários cresceram de forma inesperada no último bimestre.
“Ressalta-se que o movimento de crescimento na concessão de benefícios reflete movimento atípico que demonstra os esforços do INSS na aceleração do despresamento da fila, tratando-se de situação extraordinária que impacta significativamente a necessidade orçamentária e financeira no curto prazo, somando-se ao fluxo regular de concessão de benefícios e alterando o patamar da despesa”, explica a pasta em um dos ofícios enviados.
No momento, a Casa Civil consulta o TCU para saber se o crédito extraordinário pode ser considerado como despesa imprevisível e urgente.
Outra saída sugerida pelo Ministério da Economia seria o uso de recursos inicialmente destinados às emendas de relator, conhecidas como o Orçamento Secreto, para acomodar parte dos benefícios do INSS.
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