Em elaboração pelo governo, o novo Bolsa Família, pretende ampliar as faixas etárias de beneficiários. A ideia é de expandir o pagamento adicional a lares com crianças de até três anos e aos que tenham jovens de até 21 anos e preencham os pré-requisitos.
A previsão do governo é apresentar as mudanças na quinta (12).
Atualmente as famílias com renda de até R$ 178 mensais por pessoa recebem, além do benefício, um extra se houver bebês de até seis meses ou adolescentes de 16 e 17 anos em casa.
Além de aumentar as faixas beneficiadas, existe a pretensão de criar o “benefício cidadania” para famílias pobres. Especialistas acreditam que será o aprimoramento do Benefício para Superação da Extrema Pobreza, existente hoje.
Paulo Guedes, ministro da Economia, quer definir a fonte dos recursos que vão bancar a mudança. O desafio é definir quais programas serão cortados para abrir espaço para a ampliação do Bolsa Família.
O assunto está sendo tratado pelos ministérios da Cidadania e Economia.
A ideia de incluir a primeira infância integra o pacote social apresentado pela deputada federal Tabata Amaral (PDT-SP), no mês passado. A diferença é que a proposta da parlamentar prevê o pagamento do benefício a crianças com até cinco anos.
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