O juiz aposentado e candidato ao governo de Mato Grosso do Sul pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT), Odilon de Oliveira, disse que vai continuar na política “com ou sem segurança”.
Em tom de inconformismo, o candidato afirmou que vai continuar na política com a motivação ainda maior, “com ou sem segurança, vou continuar!”, disparou.
Sem escolta
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu na terça-feira (21) retirar gradualmente a escolta da Polícia Federal, realizada desde 1998, devido a ameaças de morte em razão de sua atuação no combate ao narcotráfico em Mato Grosso do Sul.
Em nota divulgada na tarde de ontem, logo após a divulgação da notícia pelo CNJ, o magistrado observou que o Conselho não deveria considerar na decisão a sua nova atividade como político, mas se permaneceria ou não o risco de vingança em razão do trabalho realizado na ativa.
“O processo que tramita no CNJ, de minha iniciativa, trata exclusivamente de manutenção da segurança na inatividade. Vou recorrer na esfera do Conselho e, ao mesmo tempo, ajuizar ação de obrigação de fazer contra a União, com pedido de liminar”, lamentou Odilon, acrescentando que vai levar o caso à ONU.
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A escolta da PF era realizada desde 1998, devido a ameaças de morte em razão de sua atuação no combate ao narcotráfico no estado (Reprodução/Assessoria de Imprensa)



