Portugal decidirá durante esse domingo, dia 8, quem será o novo presidente do país. O segundo turno colocou frente a frente o embate entre o Partido Socialista, favorito, e a extrema-direita, que ano passado se tornou uma das principais forças do Parlamento.
Estão na disputa o socialista António José Seguro, que venceu o primeiro turno, com cerca de 31% dos votos, e o candidato da extrema-direita, André Ventura, que ficou em segundo lugar na primeira rodada, com 23,49% dos votos.
Mas o cenário ainda é incerto, principalmente por conta de outro fator que invadiu a campanha eleitoral para o 2º turno: o climático, segundo o G1.
Embora a presidência portuguesa seja um cargo em grande parte cerimonial, ela carrega um peso político significativo em momentos de crise, já que o chefe de Estado pode dissolver o parlamento, destituir o governo, convocar eleições antecipadas e vetar leis.
Esta será a primeira vez, em 40 anos, que Portugal terá segundo turno nas eleições presidenciais, em um indicativo da grande fragmentação que houve no pleito este ano — no primeiro turno, 11 partidos participaram, outro recorde no pleito.
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