Nesta terça-feira (23), o Projeto de Lei 119-2018, de autoria do deputado Dr. Paulo Siufu (MDB), que dispõe sobre a proibição da formação profissional dos cursos de graduação da área de saúde na modalidade Ensino a Distância (EAD), será votado na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul.
“Hoje votamos contra o ensino a distância de nível médio em nosso Estado. Tenho a certeza de que os parlamentares se preocupam com a saúde do nosso povo e vão votar também contra o EAD na área da saúde para os cursos de nível superior”, ressalta Siufi.
O debate sobre a proibição do EAD na área da saúde foi uma solicitação dos 14 conselhos profissionais regionais da área da saúde, que se posicionaram contrários à autorização de tais cursos, como fora regulamentado pelo Decreto Federal 9.057/2017, que ampliou excessivamente o número de vagas nos cursos devido à flexibilização das novas regras contidas no decreto.
“Não sou contrário aos cursos EAD de um modo geral. Este projeto não restringe outras áreas do conhecimento. No entanto, na área da saúde é preciso cautela. Caso esses alunos não tenham contato direto com o paciente, com procedimentos e laboratórios, por exemplo, poderão colocar em risco a saúde e a vida da população. A vida não pode ser tratada a distância. Ela tem que ser cuidada de perto”, justificou.
Deixe seu Comentário
Leia Também

PolÃcia Legislativa vai investigar vazamento de dados de Vorcaro

Jerson Domingos se filia ao União Brasil e marca retorno ao cenário polÃtico

Aécio recebe lideranças de MS para definir cenário do PSDB no Estado

Projeto cria cadastro positivo e benefÃcios para quem paga impostos em dia

Câmara discute projetos sobre violência contra profissionais da saúde

Enorme orgulho, diz Lula sobre indicações do Brasil ao Oscar

Caracol e Guia Lopes recebem serviços da Justiça Eleitoral nesta semana

Especialista explica regras da pré-campanha e limites para candidatos

MPF pede condenação de Ratinho e SBT por falas contra Erika Hilton


“Não sou contrário aos cursos EAD de um modo geral, no entanto na área da saúde precisa de cautela", afirma Siufi (Reprodução/Internet)



