Tido como um dos últimos peemedebistas históricos por ter convivido com Ulisses Guimarães, Tancredo Neves, Teotônio Vilela dentre outros, o senador gaúcho Pedro Simon disse ao jornal Correio Braziliense que não tem "identidade com esse grupo que está aí", em referência ao grupo liderado pelo vice-presidente da República Michel Temer (SP).
Na entrevista, publicada ontem (20), Simon disse que se identifica com outra ala do PMDB, formada pelos senadores Luiz Henrique (SC), Roberto Requião (PR), Waldemir Moka (MS), Casildo Maldaner (SC), Eduardo Braga (AM) e Ricardo Ferraço (ES) e frisou que este grupo quer a união do PMDB e participação coletiva.
"Ao contrário de outras épocas, hoje a crise partidária é unânime. O PT, no governo, está igual ao PSDB. É o que Lula concretou. Neste momento, portanto, é importante ter posições claras", declarou. Simon negou que sua esteja atrás de cargos. "Não estamos falando em cargos. Nosso foco é outro. A gente fala da importância de as decisões serem tomadas em conjunto e que não fiquem restritas a um ou dois senadores do partido", afirmou.
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O senador Waldemir Moka (PMDB) 



