No Desfile Cívico-Militar em comemoração aos 120 anos de Campo Grande realizado nesta segunda-feira (26) na 13 de Maio-centro, Reinaldo Azambuja, falou sobre pontos decisivos ao estado como assuntos debatidos em Brasília por governadores de todo o país. O governador comentou também sobre o trabalho de combate aos incêndios que acontecem no Mato Grosso do Sul.
No último sábado (24) o governo federal confirmou ajuda aos estados atingidos por incêndios florestais. De acordo o Ministério da Defesa, pelo menos 44 mil militares das forças armadas estão na Amazônia e poderão ser deslocados para outras regiões do país.
“Nós temos um trabalho em conjunto nessa questão, IBAMA, Bombeiro, Secretaria de Meio Ambiente. Mato Grosso do Sul está nos níveis até inferiores aos anos anteriores. Agora devemos debelar os focos, é o que estamos fazendo e a parceria do governo federal é importante”, disse Reinaldo.
“Somar esforços, assim como eles disponibilizaram para a Amazônia, fizeram da mesma forma com outros estados do país. E assim estamos com a equipe técnica nos focos, especificamente onde estamos tendo mais problemas”, acrescentou.
De acordo com Azambuja, Mato Grosso do Sul está tendo o apoio de todas as forças federais, estaduais, inclusive de pessoas da iniciativa privada do PrevFogo que estão ajudando a combater os incêndios. A região do Pantanal é a que mais sofre com as queimadas.
Recursos
No início deste mês, governadores de vários estados do Brasil estiveram em Brasília (DF) para discutir sobre Lei Kandir, Pré-sal e outros temas. Reinaldo Azambuja afirmou que o Senado está se desdobrando para atender toda a demanda.
“Nós temos uma pauta com o governo federal, e o que o ministro Paulo Guedes falou que tudo está tendo um encaminhamento via Projeto de Lei. Então o Senado da República está iniciando uma série de votações daquilo que estava em nossa pauta como o Fundeb, Lei Kandir, Participação no fundo do Pré-Sal, divisão maior do bolo tributário, além do ‘Plano Mansueto”, pontuou o governador de Mato Grosso do Sul.
“Então existe um grupo de ações que foi a proposta dos governadores e que agora o congresso está se debruçando para votar conjuntamente com a reforma da Previdência”, finalizou.
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