“Teremos um diálogo aberto com a comunidade LGBT. Nenhum direito conquistado pela comunidade LGBT será violado”, afirmou a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves. Segundo Damares, não haverá mudanças na estrutura destinada ao encaminhamento de demandas da comunidade LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros).
A ministra disse que a Secretaria de Proteção Global, cujo titular será o gestor público Sérgio Queiroz, terá uma diretoria dedicada às causas LGBT.
“As demandas da comunidade LGBT nunca foram cuidadas por uma secretaria, sempre foram cuidadas por uma diretoria. E o presidente [Jair] Bolsonaro respeitou essa estrutura. Portanto, a comunidade LGBT continua com a estrutura que tinha no ministério”, argumentou Damares.
A Diretoria de Promoção dos Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, que era vinculada à Secretaria Nacional de Cidadania, será mantida, com a mesma estrutura, na Secretaria Nacional de Proteção Global. Damares disse que, no comando da nova pasta, vai lutar “pelo combate a todos os tipos de preconceitos nesta nação, inclusive LGBT”.
Na Secretaria de Proteção Global estarão também o combate à tortura, temas ligados à anistia e ao combate ao trabalho escravo.
O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos terá oito secretarias temáticas. Além da Proteção Global, as secretarias cuidarão dos direitos das pessoas idosas, das pessoas com deficiência, da juventude, das crianças e dos adolescentes, da família, da igualdade racial e das mulheres.
Reportar ErroDeixe seu Comentário
Leia Também

Eduardo Bolsonaro não comparece a interrogatório no Supremo

Com brecha no regimento, Assembleia mantém blocos e evita nova divisão

TSE troca comando e terá Nunes Marques na presidência

CPI do Crime Organizado expõe falhas no sistema de monitoramento das fronteiras

Câmara vota projeto que cria política de atenção ao diabetes na Capital

Deputados analisam três projetos em sessão desta terça na Assembleia

Vídeo: "Orem por mim", diz Tiago Vargas ao colocar tornozeleira após condenação

Conselho de Ética avalia representações contra Pollon

Péter Magyar é eleito primeiro-ministro da Hungria e encerra era de 16 anos de Viktor Orbán


"Nenhum direito conquistado pela comunidade LGBT será violado”, afirmou a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves (Reprodução/Internet)



