No início deste mês, a Prefeitura de Campo Grande decretou situação de emergência após surto da epidemia de dengue. Conforme dados da Secretaria Municipal de Saúde Pública (Sesau), até o momento 11.125 casos da doença foram notificados e 2.805 confirmados.
Devido a essa estatística alarmante, a procura por atendimento médico com sinais de dengue aumentou consideravelmente nestes últimos meses tanto na rede pública, como na privada. No Pronto Atendimento da Unimed Campo Grande, por exemplo, foram registrados 198 novos casos de dengue somente neste mês.
Foi disponibilizado um médico exclusivo para monitorar os retornos de pacientes com confirmação de dengue.
Segundo a médica Infectologista e coordenadora médica do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH), a população deve ficar alerta aos sintomas e sempre procurar o seu médico de referência.
“Caso apresente febre, dor muscular, vômitos, náuseas, manchas, procure seu médico. Dengue é uma doença que causa desidratação, onde o tratamento é baseado na hidratação e analgésicos. Não esquecendo que a prevenção é o melhor remédio”, destacou.
Surto de gastroenterite
Com o crescimento dos registros de dengue, também houve aumento no índice de casos envolvendo a gastroenterite, uma irritação e inflamação do tubo digestivo, onde os sintomas mais comuns são a diarreia, dor abdominal, cólicas, náuseas e vômitos.
Tendo em vista as epidemias, o tempo de espera nos Prontos Atendimentos poderá ser maior em consequência da realização de consultas e exames.
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Até o momento 11.125 casos de dengue foram notificados e 2.805 confirmados (Reprodução/Internet)


