Menu
Busca sábado, 25 de maio de 2019
(67) 99647-9098
Saúde

Hospitais federais do Rio terão "choque de gestão", diz Mandetta

O futuro ministro da Saúde, disse que irá revisar os contratos e rever a administração

29 dezembro 2018 - 08h20Da Redação com Agência Brasil

Nesta sexta-feira (28), o futuro ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta disse que irá revisar os contratos e rever a administração dos seis hospitais federais do Rio de Janeiro.  

Durante entrevista aos jornalistas em Brasília no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), Mandetta evitou a palavra "intervenção", mas prometeu um "choque de gestão" nas unidades hospitalares que, segundo ele, têm sido foco de uma série de problemas nos últimos anos, incluindo denúncias de corrupção e até mesmo o controle de filas de atendimento por milícias que atuam na capital fluminense.

"Esses hospitais federais precisam ser integrados, tomar um choque de gestão, melhorar a questão da compra conjunta", disse Mandetta. Segundo ele, todos os procedimentos hospitalares serão revistos e as compras, atualmente feitas de forma separada por unidade, deverão ser realizadas de forma conjunta para gerar economia. Estão sob administração direta do Ministério da Saúde no Rio de Janeiro os hospitais federais de Ipanema, Bonsucesso, Lagoa, Andaraí, Cardoso Fontes e dos Servidores do Estado. 

Em seguida, de acordo com Mandetta, o trabalho realizado nos hospitais será estendido para outros órgãos federais vinculados à pasta no estado, como o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), Instituto Nacional de Cardiologia (INC) e o Instituto Nacional do Câncer (Inca). 

Mandetta também disse que outra prioridade dos primeiros 100 dias de governo será conter o surto de doenças infecciosas, que cresceu com o fluxo de venezuelanos para o país a partir da fronteira com Roraima, na Região Norte. Segundo ele, o caso expôs a "falência" na área de vigilância em saúde no Brasil.

"A entrada dos venezuelanos, que vieram com casos de doenças infecciosas, como sarampo, encontrou a população brasileira com um nível de vacinação muito baixo, e isso fez surtos de sarampo, não só em Roraima, mas em Manaus, na Região Amazônica, em Belém do Pará", disse. A ideia, segundo ele, é desenvolver um trabalho emergencial também com populações vulneráveis, como comunidades indígenas, que estão expostas a infecções como o sarampo. 

Deixe seu Comentário

Leia Também

Saúde
Apenas 65% do público alvo foi vacinado contra a gripe, na capital
Saúde
UPAs Universitário e Coronel Antonio atendem com pediatra nesta manhã
Saúde
Fisioterapeuta ministra palestra gratuita na capital
Saúde
Saúde da capital terá reforço de 31 médicos
Saúde
Onze pediatras atendem nesta manhã de quinta-feira
Saúde
Governo distribui medicação de alto custo para esclerose múltipla
Saúde
No sábado, Santa Casa realizará exames gratuitos de prevenção ao glaucoma
Saúde
Oito pediatras atendem em duas UPAs nesta manhã de terça-feira
Polícia
Mulher se esfaqueia para separar briga entre filho e namorada
Saúde
Nove pediatras atendem nesta manhã na capital

Mais Lidas

Cidade
Restaurante Bamboo Sushi é autuado por cobrança excessiva
Polícia
Homem bêbado pede para descansar e morre no sofá do vizinho
Geral
Ciclista tem a cabeça esmagada por carreta em acidente
Geral
Marginal usa OLX para aplicar golpe com WhatsApp de anunciante