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Saúde

Sociedade Brasileira de Infectologia esclarece dúvidas sobre Coronavírus

A partir desta segunda-feira (27), todas as excursões para o exterior partindo da China serão canceladas

27 janeiro 2020 - 07h23Priscilla Porangaba, com informações da AMB    atualizado em 27/01/2020 às 07h29

A Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) reuniu em um documento as principais perguntas e respostas sobre o novo Coronavírus, que surgiu na China e tem colocado o mundo todo em alerta.

A ideia é esclarecer as dúvidas de profissionais da saúde e do restante da população sobre o assunto. Confira o documento completo.

A China anunciou no sábado (25) a suspensão de excursões turísticas no país e ao exterior. É 1 esforço para tentar conter a expansão do surto, que já deixou 41 mortos. De acordo com o último balanço da Comissão Nacional de Saúde chinesa, foram registrados no país 1.372 casos da doença.

De acordo com a emissora estatal chinesa CCTV, a Associação de Turismo da China suspendeu já na 6ª feira (24.jan) as viagens em grupo pelo país. A partir desta segunda-feira (27), todas as excursões para o exterior partindo da China serão canceladas.

De acordo com a publicação, os coronavírus são conhecidos desde meados da década de 1960. “Podem causar desde 1 resfriado comum até síndromes respiratórias graves, como a síndrome respiratória aguda grave e a síndrome respiratória do Oriente Médio”, diz o texto.

O novo coronavírus, que atinge principalmente a China, é uma variante que até então não tinha sido identificada em humanos. Até então, existiam só 6 cepas conhecidas capazes de infectar pessoas. A origem do surto atual ainda não está elucidada.

A associação afirma acreditar que “a fonte primária do vírus seja em 1 mercado de frutos do mar e animais vivos em Wuhan”, capital da província de Hubei. A identificação foi feita depois de notificações de casos de pneumonia de causa desconhecida de dezembro de 2019 a janeiro deste ano, diagnosticados em Wuhan.

A publicação médica ainda esclarece outras eventuais dúvidas sobre o surto. Afirma que “não há medicamento específico” para tratamento da doença. Indica como tratamento “repouso e ingestão de líquidos, além de medidas para aliviar os sintomas, como analgésicos e antitérmicos”.

“Nos casos de maior gravidade com pneumonia e insuficiência respiratória, suplemento de oxigênio e mesmo ventilação mecânica podem ser necessários”, acrescenta o texto, que também diz não haver vacina para prevenção da infecção.

O texto informa que, até o momento, a OMS (Organização Mundial da Saúde) não recomendou restrição de viagens à China. O documento ainda fala que “não há casos suspeitos ou confirmados” no Brasil.

Para “casos suspeitos”, a associação define “febre acompanhada de sintomas respiratórios, além de atender a uma das duas seguintes situações: ter viajado nos últimos 14 dias antes do início dos sintomas para área de transmissão local (cidade de Wuhan) ou ter tido contato próximo com um caso suspeito ou confirmado.”

O risco para uma epidemia global não foi descartado, embora não haja “motivo para pânico neste momento” segundo o documento. Isso porque há “número limitado e localizado de casos e pelas medidas que já estão sendo tomadas para que o surto não se espalhe.”

 

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