O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Adelaido Vila, vê com preocupação a pretensão do Executivo Municipal de transformar o antigo Hotel Campo Grande em moradia popular.
Em nota, Adelaido reforçou que a CDL sempre defendeu o retorno dos moradores ao centro, “porém é preciso que seja feito com planejamento”. “Não se trata da classe social das pessoas, entendemos que para se tornar um local habitável, o prédio necessitaria de uma reforma cara demais”, afirmou.
Segundo levantamento feito pela entidade, o custo da reforma básica do prédio, levando em conta o cálculo base do mercado, gira em torno de R$ 29 milhões, já o valor de compra do imóvel é de R$ 25 milhões, dando total de 54 milhões, que divididos em 220 apartamentos, daria o valor de R$ 245 mil por uma unidade de quarto e banheiro.
Adelaido conclui pedindo para que a prefeitura amplie o debate para que a decisão seja tomada.
O projeto
O prefeito Marquinhos Trad foi à Brasília buscar recursos para a execução do projeto de “povoar” o prédio abandonado. Para isso, é necessário desapropriá-lo e reestruturá-lo, transformando os quartos em unidades habitacionais.
O cálculo da prefeitura é de R$ 13 milhões, para a desapropriação, e para reestruturá-lo, em torno de R$ 25 milhões. As unidades habitacionais seriam sorteadas para as famílias inscritas na faixa 1, do Programa Minha Casa, Minha Vida.
Reportar ErroDeixe seu Comentário
Leia Também

Em fuga da PM, motoqueiro derruba passageira durante perseguição no Nova Lima

Dourados confirma 9ª morte por chikungunya em meio a surto da doença

Festa da Linguiça de Maracaju começa com produção feita por moradores e parceria com Rotary

Após fim de relacionamento, homem espera ex com faca e acaba preso em Nova Alvorada do Sul

Câmera flagra assaltante atirando em recepcionista de motel durante crime no Nova Lima

Paulo Cançado deve ser oficializado como secretário da Sisep

Uso de carro de aplicativo no tráfico termina com prisão de casal em Campo Grande

Pacote de R$ 45 milhões é anunciado para recapeamento em Campo Grande

Cabo Goes aponta 'perseguição' da PMMS, mas continua condenado por constrangimento ilegal


Adelaido Vila, presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (Reprodução)



