O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Adelaido Vila, vê com preocupação a pretensão do Executivo Municipal de transformar o antigo Hotel Campo Grande em moradia popular.
Em nota, Adelaido reforçou que a CDL sempre defendeu o retorno dos moradores ao centro, “porém é preciso que seja feito com planejamento”. “Não se trata da classe social das pessoas, entendemos que para se tornar um local habitável, o prédio necessitaria de uma reforma cara demais”, afirmou.
Segundo levantamento feito pela entidade, o custo da reforma básica do prédio, levando em conta o cálculo base do mercado, gira em torno de R$ 29 milhões, já o valor de compra do imóvel é de R$ 25 milhões, dando total de 54 milhões, que divididos em 220 apartamentos, daria o valor de R$ 245 mil por uma unidade de quarto e banheiro.
Adelaido conclui pedindo para que a prefeitura amplie o debate para que a decisão seja tomada.
O projeto
O prefeito Marquinhos Trad foi à Brasília buscar recursos para a execução do projeto de “povoar” o prédio abandonado. Para isso, é necessário desapropriá-lo e reestruturá-lo, transformando os quartos em unidades habitacionais.
O cálculo da prefeitura é de R$ 13 milhões, para a desapropriação, e para reestruturá-lo, em torno de R$ 25 milhões. As unidades habitacionais seriam sorteadas para as famílias inscritas na faixa 1, do Programa Minha Casa, Minha Vida.
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Adelaido Vila, presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (Reprodução)



