A Prefeitura de Campo Grande retomou na semana passada as obras de prolongamento da Avenida Rita Vieira até a Avenida Guaicurus, trecho inicial do novo acesso (esse que será aberto pelo Governo do Estado) às Moreninhas, atravessando os bairros Rouxinóis, Concórdia, e Jardim das Perdizes. A obra ficou paralisada por sete anos.
Está em andamento a construção de 360 metros de drenagem, a partir da Rua Filomena Segundo Nascimento. Paralelamente, a concessionária Águas Guariroba iniciou o remanejamento de um trecho da adutora do traçado onde será aberta a segunda. A tubulação ficará no canteiro central.
Segundo o secretário municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos, Rudi Fiorese, o prolongamento da Avenida Rita Vieira se estende por 2,2 km, desde a Rua Mariza Andrade Ribeiros. Quando estiver concluído, abrirá um novo eixo viário asfaltado de acesso à região do Bairro Universitário, onde está localizado o terminal rodoviário, como também à Avenida Três Barras, seguindo trajeto pela Victor Meirelles, Avenida Rita Vieira e Rua Novo Estado.
Em novembro do ano passado, a Prefeitura concluiu os últimos 400 metros da Rua Novo Estado, via aberta às margens do antigo traçado da ferrovia, fazendo a interligação das avenidas Rita Vieira e Três Barras.
Parque Bálsamo
O prolongamento da Avenida Rita Vieira foi planejado em 2012, como parte do Parque Linear do Bálsamo. O projeto prevê a abertura de uma ligação viária de 6 quilômetros entre o anel rodoviário (no Jardim Itamaracá) e a Avenida Guaicurus, nas proximidades do Museu José Antônio Pereira.
A intervenção envolveu o reassentamento de 116 famílias que moravam em áreas insalubres no Jardim Perpétuo Socorro, além de ter sido aberto o prolongamento da Rua Victor Meirelles e as ruas Brigadeiro Tiago e Desembargadora Marilza Lúcia Fortes, por onde se chega ao terminal rodoviário pelo Bairro Universitário. A Prefeitura depende do desbloqueio de recursos federais alocados há 9 anos, para executar a segunda etapa do projeto, entre as avenidas Gury Marques e Guaicurus.
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A obra ficou paralisada por sete anos (Karine Matos)



