A partir da segunda quinzena de maio a Prefeitura de Campo Grande passa a ter produção própria de máscaras, segurança contra o novo coronavírus, com capacidade inicial de produção de 12 mil unidades por dia, que devem estar à disposição para entrega a partir de maio.
Para isso, a administração vai contratar 63 costureiras formais e informais e as máscaras serão destinadas aos servidores do municípios e às comunidades carentes da capital.
O Centro Emergencial de Produção de EPI’s do Município de Campo Grande será instalado, em caráter temporário, na Incubadora Municipal Mário Covas. A confecção tem início previsto para a primeira quinzena de maio e a distribuição será feita às secretarias, órgãos e autarquias públicas municipais com grande demanda de atendimento ao público e a comunidades e entidades cadastradas pelo Fundo de Apoio à Comunidade (FAC).
A produção diária será de 12 mil, mas em julho, de 241 mil, a produção mensal vai saltar para 277.725, conforme estimativa da Prefeitura.
As costureiras serão contratadas pelo Programa de Inclusão Profissional (Proinc) e deverão se encaixar em perfil específico de ter renda afetada pela crise e encontrarem-se em situação vulnerável.
O trabalho será em turnos de 6 horas e a contratação ainda abrange 3 professoras de corte e costura que também atuarão executando as peças e 2 profissionais de apoio no controle de qualidade, embalagem e almoxarifado/despacho e entrega1.
Serão utilizadas 45 máquinas de costura: 32 no Centro Emergencial e 13 no segundo pólo de produção, o qual será organizado oportunamente em um Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), próximo à Incubadora Municipal. Cada uma das 63 costureira deverá produzir 175 máscaras por dia, totalizando 12.075 unidades diariamente, 241.500 mensalmente nos meses de maio e junho. Em julho, a produção deverá saltar para 277.725 máscaras perfazendo um total de 760.755 produtos em 63 dias de trabalho.
O projeto é do FAC, onde as comunidades devem estar cadastradas para receberem o equipamento. O conselho gestor é presidido pela primeira-dama Tatiana Trad. Ela destaca que, além de cumprir as metas da Organização das Nações Unidas (ONU), a nova fábrica promove a independência das mulheres.
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As costureiras serão contratadas pelo Programa de Inclusão Profissional (Proinc) e deverão se encaixar em perfil específico (Reprodução/Assessoria)



