Menu
Busca quinta, 19 de setembro de 2019
(67) 99647-9098
Cidade

Situação de queimadas na Reserva Kadiwéu é crítica, diz Prevfogo

O último relatório disponibilizado pelo Inpe mostra 20 pontos de queimadas na região

12 setembro 2019 - 08h20Priscilla Porangaba, com informações do Porto Murtinho Notícias

Segundo relatório do Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), foram registrados em oito dias do mês de setembro 477 focos de queimadas no Mato Grosso do Sul.

De acordo com o coordenador do Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo) em Mato Grosso do Sul, Márcio Yule, a situação mais crítica é na reserva Kadiwéu, entre Porto Murtinho e Bodoquena, no Pantanal.

O último relatório disponibilizado pelo Inpe mostra 20 pontos de queimadas na região. A área tem 30 brigadistas treinados pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, mas, mesmo assim, há uma preocupação com o avanço dos incêndios.

O Inpe também registrou quatro focos de queimadas na terra indígena Taunay/Ipegue, em Aquidauana, uma queimada na reserva Buriti, entre Sidrolândia e Dois Irmãos do Buriti, e outra na terra indígena Cachoeirinha, em Miranda.

Segundo Yule, há ocorrências de queimadas em Corumbá, com incêndios concentrados da BR-262 até a fronteira com a Bolívia, outro próximo ao Rio Paraguai, em Porto Morrinho, na Estrada Parque, na região do Porto da Manga e Nabiléque. “Preocupa bastante, porque a umidade está muito baixa, temperaturas altas e não há previsão de chuva, isso tudo favorece o fogo sem controle. Há uma suspensão da emissão de autorização de fogo controlado dentro do Pantanal até o fim de outubro, e fora do Pantanal está proibido até o fim deste mês. A gente tem atuado no combate diuturnamente; mês passado, foram mais de 130 combates, então, é uma situação bastante crítica, mas as brigadas têm feito o seu papel”, explicou.

Ainda segundo o coordenador, o estado conta com cerca de 100 brigadistas, distribuídos em cinco equipes, presentes nas reservas indígenas Kadiwéu, Limão Verde e em Corumbá. “Os meses mais críticos em MS são agosto e setembro, e de um tempo para cá, o mês de setembro tem sido mais crítico que o de agosto, inclusive. Por isso que preocupa. Mês passado, a gente já teve muitos focos e agora estamos no mesmo caminho”, disse.

 

 

Toka do Jacare - perkal

Deixe seu Comentário

Leia Também

Cidade
Longen distribui mudas de árvores na Afonso Pena
Cidade
Prefeitura lança licitação de pavimentação do Tijuca
Cidade
14 de Julho tem trecho interditado para recapeamento
Cidade
Mais dois radares na Afonso Pena começam a multar
Cidade
Agehab prorroga suspensão de inscrições na capital
Cidade
Inmet prevê névoa seca e máxima de 39ºC nesta quinta-feira
Cidade
AO VIVO - Pinga fogo com diretor da EMHA; participe e esclareça suas dúvidas
Cidade
PMA autua infrator em mais de R$ 40 mil por desmatamento ilegal
Cidade
Presidente do Sintect-MS vai à ALEMS e faz apelo pela não privatização
Cidade
Terça-feira começa sem atrasos e cancelamentos no aeroporto da capital

Mais Lidas

Polícia
Mulher que desapareceu há um mês é encontrada morta por suicídio
Polícia
Após divulgação de imagem, homem faz acordo para devolver veículo
Polícia
Vídeo - Mortes em série de gatos no Villagio Parati intrigam moradores
Geral
Árvore cai e Espírito Santo está interrompida