Diante da inércia da prefeita Adriane Lopes em nomear um titular para a Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), enquanto a pasta é gerida por um comitê nomeado no final de setembro que tem atuação limitada a seis meses, a Câmara Municipal, o Conselho Regional de Medicina e o Conselho Municipal de Saúde cobram uma representação.
Atualmente o comitê é comandado por Ivoni Kanaan, e segundo o vereado Papy (PSDB), presidente da Câmara, ela será tratada como secretária pela Casa. “Nós precisamos de um secretário ou uma secretária e se o Executivo não definir, a Ivoni vai ser considerada secretaria e será cobrada por essa Casa como tal”.
A fala ocorre após o Conselho Municipal de Saúde publicar o pedido de esclarecimento e resolução da situação de 29 unidades de saúde que estão com o atendimento odontológico suspensos por inoperância de aparelhos compressores.
Neste ínterim, o Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso do Sul (CRM-MS) expressou profunda preocupação com o desabastecimento de medicamentos essenciais e insumos básicos nas unidades de urgência e emergência da rede municipal, incluindo Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e Centros Regionais de Saúde (CRSs).
Segundo a nota, o CRM-MS realizou inúmeras vistorias ao longo do último período, constatando baixo estoque e, em diversos casos, a completa ausência de medicamentos básicos indispensáveis ao funcionamento adequado dos plantões de urgência. Além disso, também foi identificada a escassez de insumos fundamentais, como luvas, lençóis, cânulas e outros materiais essenciais à segurança dos pacientes e profissionais de saúde.
As autoridades pedem que a pasta seja conduzida por uma secretária ou secretário que preste esclarecimentos sobre as faltas.
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Vereador Papy (Reprodução)



