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Cultura

Som da Concha apresenta Plano Zero e o rock “experiente” do The Rockfeller

07 julho 2011 - 10h24Divulgação

O Som da Concha deste domingo (10) será de pleno rock na Concha Acústica Helena Meirellles, no Parque das Nações Indígenas, na Capital. As bandas Plano Zero e Rockfeller agitam o público com influências diferentes, mas muita pegada. Os shows começam a partir das 17h30 e a entrada é franca.

Formada por César Yule (vocal), Alexandre Glaychman (contra-baixo e voz), Murillo Brem (guitarra), Thiago Vercelino (violão e voz) e Flávio Tsujisaki (bateria), Plano Zero possui um som que criou raízes nas baladas do pop rock. Mescla influências que vão desde o grunge de Pearl Jam aos melódicos violões de artistas regionais como Geraldo Rocca e Almir Sater.

Ao longo das apresentações, canções de bandas e artistas como U2, Ben Harper, Foo Fighters, Goo Goo Dolls e Maroon 5 se misturam às de consagrados artistas nacionais, como Papas da Língua, Cássia Eller, Nando Reis, Armandinho, Jota Quest e Skank, entre outros.

Rockfeller

Sua origem aponta para uma das mais conceituais bandas de rock do Estado, o Medarock. Ainda em 1994, remanescentes do antigo grupo juntam-se a dois jovens músicos. Assim nascia o The Rockfeller. Com Alex Cavalheri, nos teclados, Luís Henrique no contrabaixo, Rodrigo Tosetti nos vocais, Marcio Armoa na guitarra e Zé na bateria, a banda teve como primeiro compromisso a abertura do show da antiga Blues Band. De um repertório de apenas 5 músicas, ampliou-se para 50. Após alguns meses, Rodrigo Tosetti resolve deixar a banda e entrar para o Bando do Velho Jack. Com seu vocal único e performático, Paulo Afonso, seguidor da banda, ganhou, a simpatia dos integrantes e público.

Depois de quatro anos de atividade, a banda resolve dar uma parada, voltando a ativa somente em janeiro de 2001. Mais experientes, os músicos mergulham no estilo que sempre marcou suas apresentações: o Rock Progressivo. No final de 2002 o baterista Zé Antônio sai e em seu lugar é recrutado Alex Kundera.

Após 10 anos de existência, a banda começa a apresentar seus trabalhos próprios, que ficavam somente reservados aos ensaios e festivais. O grande catalisador foi o convite para a coletânea Bonustrack. "Tudo o que eu não precisava", uma legítima composição de rock progressivo de 7 minutos é a escolhida para mostrar a essência The Rockfeller no álbum.

Essa essência foi levada ao show de lançamento do álbum, no teatro Aracy Balabanian. Além dessa, "Espelhos", "Meus amigos me fizeram uma linda canção" e "Viagem ao nada" são apresentadas ao público junto ao um "pequeno medley" de 25 minutos com sucessos que influenciaram a The Rockfeller. Esta apresentação transformou-se no álbum "Ao vivo no Bônus", um marco para a banda, que aposta tudo no som autoral único.

A Concha Acústica Helena Meirelles fica no Parque das Nações Indígenas, na Rua Antonio Maria Coelho, nº 6000. Outras informações pelo telefone (67) 3314-2031. A entrada para os shows é franca. Outras informações pelo telefone (67) 3314-2031

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