Em meio aos violentos protestos no Chile, que sediará a final da Libertadores no dia 23 de novembro, a Conmebol emitiu uma nota na tarde desse domingo (20) dizendo que reafirma o compromisso em manter a disputa da decisão em Santiago.
A polêmica surgiu após entrevista do secretário executivo adjunto da Conmebol, Gonzalo Belloso, ao jornal chileno "El Mercurio", dizendo que "é preocupante o que tem acontecido no Chile", e que "a situação seria discutida internamente nesta segunda-feira (21)".
Alejandro Dominguez, atual presidente da Conmebol entidade irá se reunir para debater sobre a final em Santiago
Confira a íntegra da nota:
"A CONMEBOL reafirma seu compromisso de disputar a Final Única da CONMEBOL Libertadores 2019 na data, local e horário inicialmente acordados.
A CONMEBOL está em contato permanente com as autoridades e todas as entidades relacionadas à realização do show da única final em Santiago, Chile.
A análise continuará e a segurança de clubes, jogadores, torcedores e mídia credenciada será levada em consideração, para que o único protagonista seja o futebol sul-americano, encontro em que o novo campeão continental será coroado".
Reportar Erro
Deixe seu Comentário
Leia Também

Com boa vantagem, Real quer carimba vaga contra o City na Liga dos Campeões

Irã pede transferência de partidas da Copa do Mundo para o México

Ancelotti faz última convocação antes da lista final para Copa e deixa Neymar de fora

Mulheres quebram barreiras e transformam o futebol de MS com presença feminina que faz história

Operário estreia fora de casa na Copa Verde e terá dois jogos em Campo Grande

Hugo Calderano perde de algoz olímpico e cai em torneio na China

Seleção feminina de basquete enfrentam o Mali no Pré-Mundial

Árbitra sul-mato-grossense comanda jogo do Campeonato Brasileiro Feminino

Pantanal representa MS em torneio nacional de futebol de amputados em Mogi Mirim


Alejandro Dominguez, atual presidente da Conmebol: entidade irá se reunir para debater sobre a final em Santiago (Reprodução/Internet)



