O extrato do termo de cooperação mútua que estabelece as ações do Governo do Estado e prefeitura de Campo Grande para a solução do problema de assoreamento da cabeceira da Microbacia do córrego Prosa, dos Lagos do Parque das Nações Indígenas e do lançamento na rede de drenagem do Córrego Reveilleau na área do parque foi publicado nesta quinta-feira (4), no Diário Oficial.
O termo, parte do conjunto de obras para a revitalização do Parque das Nações Indígenas e do entorno do local, anunciadas no final do mês de maio pelas administrações estadual e municipal, é assinado pelo Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul), Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar), Seinfra (Secretaria de Infraestrutura), Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos), Semadur (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano), Planurb (Agência Municipal de Meio Ambiente e Planejamento Urbano), Sisep (Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos).
De acordo com o extrato publicado, as intervenções na cabeceira da Microbacia do córrego Prosa e o lançamento na rede de drenagem do Córrego Reveilleau na área do Parque serão realizadas em até 24 meses, podendo ser prorrogado, na forma da lei e por acordo entre os participes, mediante a assinatura de Termo Aditivo.
No final de maio, o secretário da Sisep, Rudi Fioreze, informou que a prefeitura municipal fará as intervenções de proteção no lançamento do Córrego Reveilleau para deter sedimentos e controlar as cheias desse curso d’água, na Avenida Mato Grosso. Segundo a prefeitura, no local será construído um ‘piscinão’, com capacidade de contenção de 22 mil metros cúbicos de água.
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O lago do Parque das Nações Indígenas foi esvaziado nas ultimas semanas para desassoreamento (reprodução)


