Em seu 21º dia de paralisação, a greve dos bancários segue sem negociação com a Fenaban. Em Campo Grande e região, 145 unidades bancárias estão sem atendimento – 90% das 160 agências existentes. No país são 13.385 agências e 40 centros administrativos com as atividades paralisadas, o número representa 57% das agências de todo o Brasil.
“A esta altura de nossa greve, os bancos já deveriam ter percebido que, mesmo sob forte ameaça, não conseguirão derrotar nem enfraquecer a nossa luta. A truculência só fortalece ainda mais a adesão à greve de protesto, transformada em luta por dignidade e respeito. Cada bancário e cada bancária estão cada vez mais convictos de que só a luta garante avanços e direitos”, ressaltou o presidente da Contraf-CUT, Roberto von der Osten.
A pauta de reivindicações foi entregue aos bancos no último dia 9 de agosto, mas nenhuma proposta feita pela Fenaban foi aceita. Após oito rodadas de reuniões, os bancos insistem em um reajuste de 7%, um índice abaixo da inflação. A categoria dos bancários reivindica 14,78%, sendo que apenas 5% é ganho real. Os banqueiros também estão ignorando outras demandas dos trabalhadores, como: saúde, condições de trabalho, segurança, igualdade de oportunidades e garantia de emprego.
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