A cúpula do Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul (Detran-MS), alvo da Operação Antivírus do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) foi exonerada. Os investigados da Operação pediram demissão e, as exonerações foram publicadas na edição desta sexta-feira (1°) do Diário Oficial do Estado.
Foram exonerados o diretor-presidente, Gerson Claro, o diretor-adjunto, Donizete Aparecido da Silva, o diretor de Tecnologia de Informação, Gerson Tomi, o diretor de Administração e Finanças, Celso Braz, o chefe de divisão, execução orçamentária, financeira e arrecadação, Érico Mendonça e o servidor Luiz Alberto de Oliveira Azevedo.
Depois da deflagração, Gerson Claro Dino pediu exoneração do cardo de diretor presidente do Detran. Conforme Claro, a decisão foi tomada para não atrapalhar as investigações.
Antivírus
A operação deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), na manhã da última terça-feira (29), teve como foco apurar a existência de organização criminosa voltada à prática dos crimes de corrupção ativa e passiva, fraude em licitação, peculato, organização criminosa e lavagem de dinheiro.
A investigação teve início em 2015 e tem como objeto contratos celebrados entre empresas da área de tecnologia da informação/informática e o Poder Público Estadual.
Inúmeras transferências bancárias, identificadas a partir da empresa Digithobrasil - nome Fantasia DIGIX -, deram o mote para que o juiz Mario Esbalqueiro Junior decretasse nove prisões preventivas, três prisões temporárias e vinte e um mandados de busca e apreensões.
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