O cenário positivo que os integrantes da comitiva da RILA – Rota de Integração Latino Americana – viveram, nos quase nove dias que a comitiva percorreu cerca de seis mil quilômetros entre Campo Grande e a região portuária do Chile, foi se confirmando ao longo da viagem que praticamente definiu o grau de importância dessa nova rota denominada Bioceânica.
Desde o primeiro encontro com a comunidade paraguaia em Carmelo, Peralta na fronteira com o Brasil, passando por Luma Plata, ainda em território paraguaio, Jujuy na Argentina – onde foi realizada uma rodada de negócios – e daí até os portos de Iquique e Antofagasta, a expectativa positiva dos empresários e autoridades participantes da comitiva foi crescendo sistematicamente.
“A cada dia que a viagem avançava rumo a Assunção, onde nos encontraríamos com autoridades do país vizinho, nos convencemos mais e mais sobre a importância da Rota Bioceânica”, afirma Luiz Fernando Buainain, secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (Sedesc).
O secretário destacou que essa ligação entre o Atlântico e o Pacífico aumentará a competitividade dos nossos produtos no mercado externo. “É importante (a Rota) para todos os setores: indústria, comércio, serviços, turismo e agronegócio. A rodovia trará ótimas perspectivas econômicas para Campo Grande e fará da nossa Capital o eixo fundamental nesse grandioso projeto”.
Buainain confirmou que está muito claro em todos os países participantes do projeto o interesse geral para que a Rota Bioceânica seja viabilizada imediatamente.
“O Paraguai já licitou as obras de asfaltamento dos 678 km da estrada de terra, na Argentina faltam apenas 24 km, o Chile está totalmente preparado. Os empresários ao longo da Rota estão ansiosos pela implantação dessa ligação. Está tudo fluindo muito bem”. Compete agora ao Governo de Mato Grosso do Sul viabilizar a construção da ponte sobre o rio Paraguai, ligando Porto Murtinho à cidade de Carmelo Peralta, no Paraguai.
“Campo Grande entra com alma e coração nesse projeto. Estamos num ponto estratégico e isso dá uma perspectiva muito grande de desenvolvimento para nossa Capital. Daqui a três ou quatro anos poderemos comemorar os resultados positivos”, completou Luiz Fernando Buainain.
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