A ossada encontrada no último dia 20 de julho deste ano, na Capital, é de Mauro Eder Araújo Pereira, 31 anos que foi morto após ser julgado por um “tribunal do crime” de uma facção criminosa.
Os suspeitos foram identificados três semanas depois. 12 pessoas foram presas e 4 adolescentes apreendidos, outros dois suspeitos estão foragidos.
De acordo com os depoimentos, Mauro foi executado por membros da facção por ter matado duas pessoas sem autorização do grupo, além de ter repassado informações para uma facção rival.
Devido a suposta traição, Mauro foi sequestrado no Bairro Guanandi e durante 6 dias foi mantido em cativeiro em 5 imóveis diferentes, em Bairros diferentes, Caiobá, Mário Covas, Estrela D’Alva, Jd. Veraneio, Jardim Noroeste, e depois levado para o local onde foi executado, na região da estrada que dá acesso ao Balenário Atlântico.
No vários locais onde Mauro foi mantido em cativeiro, pessoas diferentes faziam a segurança do local, ameaçavam a vítima e faziam o interrogatório. O julgamento foi realizado por meio de videoconferência por meio de um “Tribunal do crime”.
A arma utilizada no crime foi encontrada com um dos autores, e confessou ter feito o disparo que matou Mauro.
Todos os suspeitos foram indiciados por associação criminosa, sequestro, cárcere privado, corrupção de menores e homicídio doloso qualificado.
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Ossada foi encontrada no mês passado (Foto: Polícia Civil)


