A ossada encontrada no último dia 20 de julho deste ano, na Capital, é de Mauro Eder Araújo Pereira, 31 anos que foi morto após ser julgado por um “tribunal do crime” de uma facção criminosa.
Os suspeitos foram identificados três semanas depois. 12 pessoas foram presas e 4 adolescentes apreendidos, outros dois suspeitos estão foragidos.
De acordo com os depoimentos, Mauro foi executado por membros da facção por ter matado duas pessoas sem autorização do grupo, além de ter repassado informações para uma facção rival.
Devido a suposta traição, Mauro foi sequestrado no Bairro Guanandi e durante 6 dias foi mantido em cativeiro em 5 imóveis diferentes, em Bairros diferentes, Caiobá, Mário Covas, Estrela D’Alva, Jd. Veraneio, Jardim Noroeste, e depois levado para o local onde foi executado, na região da estrada que dá acesso ao Balenário Atlântico.
No vários locais onde Mauro foi mantido em cativeiro, pessoas diferentes faziam a segurança do local, ameaçavam a vítima e faziam o interrogatório. O julgamento foi realizado por meio de videoconferência por meio de um “Tribunal do crime”.
A arma utilizada no crime foi encontrada com um dos autores, e confessou ter feito o disparo que matou Mauro.
Todos os suspeitos foram indiciados por associação criminosa, sequestro, cárcere privado, corrupção de menores e homicídio doloso qualificado.
Reportar ErroDeixe seu Comentário
Leia Também

Tio-avô é condenado a mais de 16 anos de prisão por estupro de menina em Batayporã

Receita Federal anuncia regras para declaração do IR 2026

Ação da PM no Jd. Noroeste intercepta carga de cigarros contrabandeados que iria para SP

Padrasto é preso após filmar enteada durante banho em Campo Grande

Acidente com ônibus na BR-267 deixa um morto e feridos em Nova Alvorada do Sul

Alta procura pela Defensoria escancara crise na saúde pública em Campo Grande

Caravana da Castração segue com atendimentos gratuitos na Capital

Lei que proÃbe multa por fidelidade reforça direitos do consumidor em Mato Grosso do Sul

Três magistrados disputam no TJMS vaga de desembargador deixada por Djailson de Souza


Ossada foi encontrada no mês passado (Foto: PolÃcia Civil)



