Cerca de 400 toneladas de alimentos foram transportados em aviões para abastecer as cidades de La Paz e El Alto, na Bolívia. Bloqueios nas estradas do país estão impedindo a distribuição de itens de primeira necessidade.
De acordo com o ministro do Desenvolvimento Produtivo da Bolívia, Wilfredo Rojo, a ponte aérea para a distribuição de carnes, verduras e ovos está cada vez mais eficiente e será mantida até que terminem os bloqueios. Desde domingo (17), foram transportadas 300 toneladas de carnes (gado, frango e porco), 50 toneladas de verduras e 50 toneladas de ovos.
O transporte dos alimentos está sendo feito por aviões da Força Aérea, além de aeronaves de empresas comerciais como a Boliviana de Aviación (BOA) e Amaszonas. Rojo inforrmou que o governo está fechando acordos para contratar aviões estrangeiros com maior capacidade de carga para auxiliar na tarefa de manter todas as cidades abastecidas.
O desbastecimento atingiu fortemente as cidades de La Paz e El Alto. Os alimentos são provenientes, principalmente, de Santa Cruz, Beni e Cochabamba. As negociações, de acordo com o ministro, seguem com países como Brasil, Peru e Chile, que poderiam enviar aviões de carga para a distribuição desses alimentos. O custo do transporte não será repassado à população e correrá por conta do governo.
Deixe seu Comentário
Leia Também

VÍDEO: Monster truck atropela multidão na Colômbia e deixa 3 mortos e 38 feridos

Alimentos importados começam a ter redução de tarifas com acordo Mercosul-UE

Chefs italianos fazem tiramisù de 400 metros para entrar no Guinness Book

Homem atira durante jantar de Trump com correspondentes em Washington

Ao lado do Brasil, Senegal persegue protagonismo no Sul Global

Movimento de navios em Ormuz continua reduzido apesar de trégua

Trump descarta ampliar cessar-fogo e pressiona por acordo com Irã

Carmen Lúcia vota para condenar Eduardo Bolsonaro por difamação

Telegram é alvo de investigação por conteúdo ilegal envolvendo menores

Desde domingo, foram transportadas 300 toneladas de carnes, 50 toneladas de verduras e 50 toneladas de ovos (REUTERS/David Mercado)


