Adriano Ribeiro Espinosa, o “Maracaju”, de 38 anos, enfrenta nesta quarta-feira (20) julgamento pelo Tribunal do Júri em Campo Grande, acusado de provocar a morte de três pessoas queimadas vivas no bairro Jardim Colúmbia, região norte da Capital.
O crime aconteceu no dia 13 de outubro de 2014, na rua Uruaná. Conforme a acusação, Adriano teria ateado fogo em uma residência, causando a morte de Lucinda Ferreira Torres, Daniel Candia e Helio Queiroz Neres.
Uma mulher que também estava na casa conseguiu sobreviver, mas sofreu queimaduras graves.
Após o crime, Adriano ficou foragido por quase 10 anos e acabou preso pela Polícia Civil em março de 2025, no município de Maracaju. Desde então, segue detido enquanto responde à acusação.
Durante as fases em que foi interrogado, o réu negou participação no caso. Segundo a versão apresentada por Adriano Ribeiro, o responsável pelo incêndio seria um adolescente.
De acordo com o acusado, o menor teria comprado gasolina, jogado o combustível na residência e ateado fogo no imóvel, sendo que não houve qualquer participação sua na prática criminosa.
No entanto, para a acusação, a versão apresentada pelo réu “estão completamente desconexa das outras provas colhidas durante a persecução penal, uma vez que os outros depoimentos testemunhais não se coadunam com o apresentado pelo acusado.”
O julgamento acontece sob a presidência do juiz Aluizio Pereira dos Santos, da 2ª Vara do Tribunal do Júri. Agora, caberá ao Conselho de Sentença decidir o futuro de Adriano Ribeiro Espinosa.
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