Ministério Público Federal justifica mudança, mas não cita valores das diárias (Reprodução/Internet)Por meio de nota, o Ministério Público Federal de Mato Grosso do Sul (MPF-MS) justificou, nesta terça-feira (21), a mudança dos procuradores de Ponta Porã para Dourados. De acordo com o órgão, a transferência de local aconteceu devido à precariedade em que se encontra o prédio da Procuradoria da República no município (PRM). Em relação aos valores das diárias que serão pagas aos procuradores, questionada pelo JD1 Notícias, o órgão não deu nenhuma justificativa.
Nota
No dia 5 de novembro de 2019, o Conselho Superior do Ministério Público Federal (CSMPF) aprovou a redistribuição temporária da Procuradoria da República no município (PRM) de Ponta Porã para o município de Dourados. Em 10 de dezembro, o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) manteve a decisão e, em 7 de janeiro de 2020, a realocação foi efetivada.
Na prática, isso significa que a estrutura física que funcionava em Ponta Porã passou a funcionar no prédio que abriga a PRM de Dourados. Tanto a atuação quanto o quadro funcional de ambas as PRMs foram mantidos: três ofícios continuam atendendo a Dourados e aos demais 17 municípios que pertencem à 2ª subseção judiciária de Mato Grosso do Sul; e outros três ofícios continuam atendendo a Ponta Porã e aos demais 10 municípios que integram a 5ª subseção judiciária de MS. Cada ofício é conduzido por um(a) procurador(a) da República.
A realocação temporária se deu em função da inadequação do imóvel no qual a PRM de Ponta Porã estava instalada, que apresentava uma série de problemas estruturais graves. Nos dois últimos anos, a chefia administrativa do MPF em Mato Grosso do Sul envidou esforços para que fosse autorizada pela Secretaria-Geral do órgão a mudança da sede da PRM de Ponta Porã para um imóvel mais adequado. No entanto, não foi possível viabilizar a mudança para um prédio no próprio município por razões financeiras/orçamentárias, levando a instituição a considerar o prédio que já abrigava a PRM de Dourados, que dispõe de espaço e condições técnicas satisfatórios.
No que tange às funções institucionais do MPF, a realocação da unidade em Dourados não resultará em prejuízos à atuação perante a Justiça Federal em Ponta Porã, tampouco para a população do município, haja vista a utilização de recursos tecnológicos como peticionamento e protocolo eletrônico, virtualização de processos, assinatura digital e realização de audiências por videoconferência, além da realização de deslocamentos eventuais dos membros do MPF àquele município, sempre que forem necessários.
Deixe seu Comentário
Leia Também

Classificar PCC e CV como terroristas não ajuda o Brasil, diz promotor

OAB/MS escolhe seis nomes para disputa de vaga no TJMS pelo Quinto Constitucional

Lula diz que vai indicar novamente Messias ao STF

Justiça mantém preso motorista acusado de matar criança e idosa em acidente na Capital

Integrantes do PCC vão a júri popular por 'tribunal do crime' em Três Lagoas

Justiça nega soltar investigada por ataque que matou criança no Noroeste

TJ e Governo alinham detalhes da 3ª Caminhada 'Todos Por Elas' em Campo Grande

TJ cria ferramenta após escritório de Campo Grande tentar manipular IA com comandos ocultos

Acusado de participação em assassinato no Danúbio Azul vai a júri popular nesta sexta






